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COHAB E FUNDAÇÃO SÍNDROME DE DOWN FIRMAM PARCEIRA INCLUSIVA.

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A Companhia de Habitação Popular de Campinas (Cohab-Campinas) viveu um dia histórico nesta terça-feira, 2 de abril. Por meio de uma parceria com a Fundação Síndrome de Down e mediante um convênio com o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), a companhia incluiu entre seus colaboradores uma estagiária que tem Síndrome de Down.

Giovanna Marcondes Mammana, 22 anos, foi selecionada entre vários candidatos e passa a prestar serviços junto ao Gabinete da Presidência.
Para Paula Chagas, assistente de mercado de trabalho da Fundação Síndrome de Down, a entidade é especialista há mais de 20 anos também neste segmento com resultados mais que positivos em empresas de telemarketing, farmácias e até grandes multinacionais como por exemplo, a Robert Bosch do Brasil.

“Uma das nossas especialidades é a formação e a inclusão no mercado de trabalho. Estamos visitando cada setor da empresa explicando que a Giovanna vai cumprir como estagiária a mesma carga horária e ter as mesmas responsabilidades, direitos e deveres que os outros funcionários. Ela é comunicativa e encantadora e pedimos que seja bem tratada como deve ser tratado qualquer colega de trabalho”, afirmou.

A nova funcionária se sentiu acolhida e adorou o ambiente. “Muito prazer, eu sou Giovanna e estou amando trabalhar aqui; recebi as boas vindas e espero, com o meu trabalho, contribuir para o crescimento da empresa”, disse.

Segundo o secretário de Habitação e presidente da Cohab-Campinas, Vinicius Riverete, a companhia está cumprindo seu papel que é investir em métodos e iniciativas de inclusão.

“Na verdade, em qualquer setor da vida, e com os portadores da Síndrome de Down não é diferente, o que as pessoas mais necessitam é de uma oportunidade. Se todos pensassem desta maneira, teríamos uma sociedade bem mais inclusiva. Vamos apostar nesta experiência, trabalhando para que o resultado seja satisfatório. Desta forma pretendemos ampliar e seguir apoiando e implantando este e outros métodos de inclusão”, completou.

Fonte: São Paulo ao Vivo

“Estamos correndo atrás de nossos sonhos e não deixamos ninguém para trás”

Discriminação, baixas expectativas, barreiras de atitude e exclusão ainda são vivências comuns em suas rotinas, fazendo com que muitas pessoas com Síndrome de Down e deficiência intelectual sejam deixadas para trás.

Ao longo dos últimos anos, um grupo de adultos da Fundação Síndrome de Down, participantes do Grupo Mundo do Trabalho, vem refletindo sobre suas trajetórias, lutando para conscientizar a sociedade sobre as potencialidades das pessoas com deficiência intelectual, dar visibilidade às suas conquistas e garantir o acesso a uma vida plena em todos os espaços sociais.

Neste ano, como parte das ações de conscientização da luta das pessoas com  síndrome de Down será realizado no dia 16 de março o evento “Estamos Correndo Atrás De Nossos Sonhos e Não Deixamos Ninguém Para Trás” que contará com a presença de 25 jovens/adultos que se responsabilizarão pelo planejamento e execução de palestras relacionadas às batalhas enfrentadas ao longo dos anos para a garantia de direitos como educação e trabalho.

Acreditando que todas as pessoas devem ter oportunidades para viverem e serem incluídas em igualdade de condições em todas as esferas da sociedade com os devidos apoios necessários, este grupo compartilhará no evento suas experiências para promover mudanças na sociedade, demonstrando, através de suas narrativas, como as atitudes negativas e a falta de conhecimento sobre o potencial das pessoas com deficiência intelectual e síndrome de Down podem fazer com que muitos sejam deixados para trás e como informação, respeito, apoio e oportunidade fazem toda a diferença no processo de construção de uma sociedade inclusiva.

Impactos de contratações de pessoas com deficiência intelectual no ambiente corporativo

O objetivo deste evento é compartilhar experiências, impactos e desafios enfrentados na contratação de pessoas com deficiência intelectual, com base na pesquisa “O valor que os colaboradores com síndrome de Down podem agregar às organizações”, realizada pela consultoria McKinsey & Company para o projeto Outro Olhar, do Instituto Alana. 

Pretende-se abordar as seguintes áreas destacadas na pesquisa: melhor administração de conflito, desenvolvimento de sentimentos de empatia, maior tolerância e paciência, desenvolvimento de estabilidade emocional em ambientes sob pressão, motivação, cultura e clima organizacional.

Público alvo: profissionais de Recursos Humanos, pessoas com deficiência, familiares e interessados na temática.

Deus não dá um dom pra cada um? A participação social na voz de pessoas com deficiência intelectual

A experiência da participação social na voz de pessoas com deficiência intelectual

“Eu sempre sonhei quando eu crescesse, um dia trabalhar, ser dono do meu próprio nariz”

Geison, 23 anos

Compreendida dentro da ótica da infantilização e incapacidade socialmente construída, a pessoa com deficiência intelectual, atualmente adulta, foi deslocada do lugar de participação social tendo os aspectos de sua vida como educação, trabalho, sexualidade, afetividade, etc. gerenciados pelas Instituições Especializadas. Em um momento de vitórias legais relacionadas aos direitos da pessoa com deficiência, esta palestra realizará a análise de três entrevistas de adultos com deficiência intelectual que passaram a maior parte de sua vida em instituições especializadas descrevendo suas relações com famílias, instituições especializadas, igreja, trabalho e comunidade. As entrevistas foram gravadas e estão disponíveis no site do Museu da Pessoa na coleção “Vidas além da deficiência”, criada pelo museu.

Palestrante: Agda Brigatto. Doutoranda em Saúde, Interdisciplinariedade e Reabilitação – FCM/Unicamp

Fundação Síndrome de Down realiza encontro sobre modelo social de atenção

No próximo dia 30 de janeiro, segunda-feira, a Fundação Síndrome de Down (FSD), entidade conveniada à Fundação FEAC, promove o evento “Modelo social de atenção à pessoa em situação de deficiência”. Durante a exposição do modelo social e as diferenças em relação ao modelo médico, os profissionais da instituição irão discutir o conceito ‘pessoa com deficiência e normal’.

Para participar do encontro, que acontece das 9h30 às 12h30, na sede da instituição (Rua José Antônio Marinho, 43 – distrito de Barão Geraldo, Campinas/SP), os interessados devem enviar e-mail para comunicacao@fsdown.org.br até o próximo dia 27. O evento é gratuito e visa capacitar profissionais e familiares interessados nos temas relacionados às pessoas com deficiência.

Fundação Síndrome de Down

A Fundação Síndrome de Down, que atua em Campinas desde 1985, tem como missão promover o desenvolvimento integral da pessoa com síndrome de Down nos aspectos físico, intelectual, afetivo e ético. Sua equipe técnica interdisciplinar é formada por profissionais de assistência social, psicologia, fonoaudiologia, fisioterapia, pedagogia, terapia ocupacional e neuropediatria. A Fundação conta ainda com a consultoria de profissionais especializados nas áreas da psiquiatria, além de manter permanente contato com referências nas áreas de organização de serviços para pessoas com síndrome de Down e inclusão no mercado de trabalho.

Serviço

Encontro “Modelo social de atenção à pessoa em situação de deficiência”

Data: 30 de janeiro, segunda-feira

Horário: 9h30 às 12h30

Local: Rua José Antônio Marinho, 430, distrito de Barão Geraldo, Campinas/SP.

A Fundação realiza exposição de obras criadas pelos usuários

XILOMUNDO: O MUNDO POR UM OLHAR MONOCROMÁTICO

A FUNDAÇÃO SÍNDROME DE DOWN CONVIDA PARA A EXPOSIÇÃO DOS TRABALHOS DOS USUÁRIOS REALIZADOS NO ESPAÇO TEMÁTICO DO ATELIÊ NO ANO DE 2016

Por meio da Arte é possível desenvolver a percepção e a imaginação, apreender a realidade do meio ambiente, desenvolver a capacidade crítica, permitindo ao indivíduo analisar a realidade percebida e desenvolver a criatividade de maneira a mudar a realidade que foi analisada. Ana Mae Barbosa[1]

O espaço temático do ateliê da Fundação Síndrome de Down, que faz parte da rede de Programas do Serviço de Apoio a Vida Adulta, encerra mais um ano de atividades criativas com a exposição dos trabalhos realizados no ano de 2016.

Durante esse ano, foi a exposição do fotógrafo Sebastião Salgado, intitulada “Gênesis”, cediada pelo Sesc-Campinas que norteou os trabalhos dos usuários no ateliê. Os usuários, primeiramente, apreciaram as imagens do fotógrafo, estudaram sua história e sua obra e apreenderam curiosidades e informações sobre a obra de Sebastião. Após a visita, iniciamos uma discussões sobre a vida e obra do artista, assim como sobre a técnica da fotografia. Nessas conversas os usuários foram compreendendo diversas conceitos: (1) a diferença entre a fotografia digital (atual) e a analógica (que utiliza filmes e processo químico de revelação); (2) a opção pela fotografia em preto e branco (P/B) feita pelo fotógrafo que não se dá pela falta de recurso da câmera colorida, como no caso das fotos antigas, mas sim por uma questão de estilo; (3) e o conceito de monocromático que existe nas obras de Salgado.

E o que é monocromático?

Monocromático significa aquele que apresenta apenas uma cor. Mas como a foto preto e branca pode ser monocromática? Na verdade, a foto impressa utiliza apenas uma cor durante a impressão, a cor preta. A intensidade de preto impressa sobre o papel branco é que escurece ou clareai a cor, definindo os direfentes tons de cinza da fotografia P/B. Assim, o trabalho de Sebastião é monocromático. A partir desse conceito, iniciamos a criação do ateliê realizando pinturas, desenhos monotipias e, enfim, xilogravuras, monocromáticas usando preto e nuances de cinza.

[1]    Ana Mae Barbosa: pesquisadora que realizou importantes estudos da história do ensino da arte no Brasil e, denfendendo a arte como conhecimento, difundiu métodos e conceitos em arte educação (ensino da arte). O trecho acima foi retirado de “Inquietações e mudanças no ensino da arte”. São Paulo: Cortez, 2002, p.18.

O que é a xilogravura?

A palavra xilo significa madeira, então, xilogravura significa gravura feita a partir da madeira. Isso significa que os usuários, utilizando ferramentas chamada goivas (pequenas “facas” com corte em diferentes formatos), realizaram o entalhe da madeira que resultaram em baixos relevos criando uma matriz. Posteriormente, como um carimbo, a madeira é pintada com tinta preta (mais tradicionalmente utilizada na xilogravura) e carimbada no papel. Assim, a obra final não são as matrizes esculpidas, mas sim as impressões realizadas com essas no suporte de papel. A união dos conceitos Monocromático e da técnica Xilogravura originaram o nome da exposição XILOMUNDO: O MUNDO POR UM OLHAR MONOCROMÁTICO,  elaborada pelos participantes do ateliê.

Qual a importância da exposição?

A arte é uma forma de comunicação. Ao criar, meu desejo, consciente ou inconsciente, é de comunicar algo através de uma técnica artística. No entanto, para que essa comunicação ocorra, é preciso haver um observador. Assim, de nada adianta ensaiar uma peça, criar uma coreografia, pintar uma obra se essa nunca se encontrar com um público. Esse é o significado máximo da exposição.

É importante salientar que os usuários participaram que todas as etapas do processo de elaboração e execução da exposição. Isso possibilita pensar e significar a prática criativa de cada um e coletiva. Ao nomear uma obra, por exemplo, se a pessoa desenhou uma casa, é preciso pensar que casa é essa, o que a pessoa quis comunicar com essa casa, como ela quer nomeá-la e esse processo de imaginação e significação altera a realidade, ou seja, modifica o sentido da casa real, da ideia inicial, do sentimento estimulado que a inspirou durante o processo de criação. Isso constitui a produção de cultura pelo olhar das pessoas que frequentam o ateliê.

Os usuários escolheram o nome dessa exposição a partir de uma chuva de ideias, realizaram as fichas técnicas e definiram o local de cada obra com a mediação e curadoria da arte educadora responsável pelo espaço do ateliê, Agda Brigatto. Assim, a exposição é símbolo de protagonismo dos usuários participantes de todo esse processo de criação.

Venha conferir  e apreciar nosso trabalho!

 

ABERTURA DA EXPOSIÇÃO

QUANDO? 02/12/2016

ONDE? FUNDAÇÃO SÍNDROME DE DOWN

HORÁRIO? 18H30

DURAÇÃO? A EXPOSIÇÃO FICARÁ ABERTA DE 02/12 À 19/01/2017

 

AUTORES DAS OBRAS: Caetano Vilas Boas Rodrigues, Felipe Taddeo de Lima Campos, Frank Rodrigues Caron, Gabriel Mantey  Ghani, Ivanete Gozzi, Julio Cesar Dias De Alvarenga, Leticia Scagliusi Novaski, Luis Gustavo  Vicentim Toledo, Mayara Cristina Zanini, Michael Athaide Hoffmann, Monica Dayane Tura, Ricardo Gonçalves do Carmo Júnior, Samuel Davi Almada Satti da Silva, Tarso Dimas Fernandes de Toledo e Vitor Falcone Von Atzingen.

Lançamento Banco de Currículos e Vagas

A Fundação Síndrome de Down convida a todos para o evento de lançamento do Banco de Currículos e Vagas  para candidatos com deficiência e empresas .

A ferramenta é gratuita e pretende facilitar o contato entre empresas e pessoas com deficiência, assim como aumentar as chances de colocação profissional.

Este site é um produto do projeto de expansão do Serviço de Formação e Inclusão no Mercado de Trabalho, financiado pelo Pronas/Ministério da Saúde.

Dia: 21 de julho

Horário: 09h00 às 12h00

Confirmar presença até 29/07 através do e-mail admpronas@fsdown.org.br

 

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Fundação Síndrome de Down abre vagas para Curso de Iniciação ao Trabalho

 Primeira turma de 2016 já está formada e apta para começar a trabalhar

A Fundação Síndrome de Down, de Campinas, está com vagas abertas para a segunda turma de 2016 do Curso de Iniciação ao Trabalho (CIT), pioneiro em Campinas e que já empregou 100 usuários. As aulas começam em junho e, por meio de práticas e teorias, formam jovens com deficiência intelectual acima de 17 anos para o primeiro contato com o mercado de trabalho. São oferecidas 12 vagas e as inscrições podem ser feitas até o próximo dia 25 de maio na instituição ou pelo telefone (19) 3790.2818. O curso é gratuito.

Dividido em quatro módulos (Quero trabalhar, por onde começo?; O que é mercado de trabalho?; Compreendendo o ambiente laboral e Ampliando conhecimentos), com encontros três vezes por semana, o novo modelo implementado este ano traz importantes reflexões e vivências relacionadas à sondagem de interesses e desejos, expectativas sobre o trabalho, etiqueta empresarial e comportamento nas redes sociais, entre outros aspectos comuns ao cotidiano profissional. As aulas do CIT acontecem de segunda, quarta e sexta-feira, das 13h às 16h, na Fundação. 

O objetivo do curso é atender as necessidades e minimizar as dificuldades do primeiro contato com o mercado de trabalho. Os alunos recebem toda orientação necessária para iniciarem uma vida profissional e assim garantirem mais autonomia e independência”, explica Paula Chagas, assessora ao mercado de trabalho da Fundação Síndrome de Down. Para complementar a grade do CIT, a instituição promoverá o Foco no Trabalho, iniciativa para trazer profissionais de diversas áreas para abordar e conversar com os usuários sobre temas relacionados à profissão e ao mercado de trabalho.

Prontos para trabalhar 

A primeira turma do CIT 2016, concluída em abril, formou oito usuários e agora eles estão preparados para ingressar na segunda etapa do projeto que inclui a vivência prática profissional em uma empresa, indústria ou comércio. Para isto, a Fundação Síndrome de Down está em busca de parceiros. “Oferecemos todo suporte e acompanhamento relacionados aos tópicos da lei de cotas e ferramentas para o processo de inclusão da pessoa com deficiência na empresa. Estamos com pessoal disposto e apto à trabalhar. A contratação de pessoas com deficiência gera mais independência e responsabilidade e traz, sem dúvidas, muitos benefícios para quem divide as atividades de trabalho com elas e para o ambiente como um todo”, destaca Paula. Para empresas, comércios e indústrias interessadas, entrar em contato com a Fundação Síndrome de Down pelo (19) 3790.2818.

Pessoas com Síndrome de Down ganham o mercado de trabalho

Dia 21 de março é o Dia Internacional da Síndrome de Down, e para lembrar da data especial, o Mais Caminhos resolveu encontrar com uma turma que tem impressionado pelo o talento e pela a força de vontade. A repórter Edlaine Garcia foi conhecer pessoas com síndrome que se dedicam ao trabalho e que acabam inspirando os colegas, pois eles acreditam muito em seus sonhos.

Cada vez mais presentes no mercado de trabalho, as pessoas com síndrome de Down vieram para agregar e ajudar nos lugares em que trabalham. Todo mundo aprende! Eles aprendem a ter disciplina, a cumprir tarefas e a se relacionar com pessoas. Já seus companheiros de trabalho aprendem a lidar com a diferença e a respeitar aqueles que têm alguma dificuldade.

É o caso do Fábio, de 27 anos, que trabalha como ajudante em um restaurante em Campinas (SP). A atendente Karen Sabino é uma espécie de anjo da guarda dele e foi quem o ensinou as tarefas do estabelecimento. “Ele ajuda em tudo, ajuda a arrumar a mesa, ajuda no bar, lá fora… auxilia em tudo, na verdade”, afirma.

O comprometimento do Fábio é tanto que quando ele precisa sair mais cedo e sua rotina é afetada ele se recusa a deixar o cargo. Um verdadeiro exemplo de dedicação.

Fundação Síndrome de Down

Localizada em Campinas (SP), a Fundação Síndrome de Down existe há 31 anos, e há 15 segue a missão de preparar pessoas com deficiência intelectual para o mercado de trabalho, incluindo aquelas com síndrome de Down.

A Renata Lellis é quem ajuda nessa preparação e apresenta as diversas profissões para uma galera muito animada e dedicada. O Fábio foi um dos alunos deste curso, que tem duração de 90 horas, duas vezes por semana.

Renata afirma, ainda, que o projeto é benéfico tanto para pessoas com Down quanto para os funcionários que vão trabalhar com elas. “Os profissionais que trabalham com pessoas com deficiência, eles mudam, porque eles começam a pensar ‘poxa, se uma pessoa com uma limitação aparente consegue fazer, por que eu reclamo tanto?’”, afirma. Ela complementa dizendo que o ambiente organizacional melhora também.

Com estilo e apoio, os sonhos dessa turma ganham forma, até virarem realidade. O Daniel Miranda, de 21 anos, conta que quer ser designer de moda, “para pessoas com síndrome de Down e outras pessoas que moram do lado de fora do mundo”, diz.

Fonte: Mais Caminhos